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Inflação de julho (0,19%) é a menor para o mês em 5 anos, aponta IBGE

A Inflação oficial do país ficou em 0,19% no mês de julho, porcentagem inferior ao 3,33% de julho de 2018. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou a inflação mais baixa para o mês desde 2014.  O dado foi divulgado hoje (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os custos com habitação foram os principais responsáveis pela inflação de 0,19% de julho. A energia elétrica, com alta de 4,48% foi o item que mais pesou no grupo. O custo da energia ficou mais caro por conta da bandeira amarela e de reajustes em concessionárias de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

As deflações (quedas de preços) dos transportes, de 0,17%, e do vestuário, de 0,52%, evitaram que a inflação de julho fosse mais alta. Na deflação dos transportes, os combustíveis tiveram um impacto importante, com queda de preços de 2,79%.

A gasolina, por exemplo, recuou 2,80%. No vestuário, o principal destaque foram as roupas femininas que passaram a custar 1,39% menos. Os alimentos tiveram inflação de apenas 0,01%.

*Informações da Agência Brasil

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Prévia da inflação oficial fica em 0,09% em julho, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou taxa de 0,09% em julho. A taxa é superior ao 0,06% da prévia de junho e ao 0,64% de julho do ano passado.

Com o resultado, divulgado hoje (23), o IPCA-15 acumula taxas de inflação de 2,42% no ano e de 3,27% em 12 meses, abaixo, portanto, do centro da meta de inflação do Banco Central, que é de 4,25%.

A inflação da prévia de julho foi provocada principalmente pelos gastos com habitação, que ficaram 0,43% mais caros no período, principalmente devido à alta de preços de 1,13% da energia elétrica.

Outros grupos de despesas com impactos importantes na prévia de julho foram as despesas pessoais, que registraram inflação de 0,48%, e saúde e cuidados pessoais, com taxa de 0,34%. Os alimentos tiveram inflação de 0,03%.

Por outro lado, os gastos com transportes tiveram deflação (queda de preços) de 0,44% e evitaram um IPCA-15 mais alto em julho. O resultado foi influenciado pela queda de preços de 3% dos combustíveis. Ficaram mais baratos a gasolina (-2,79%), o etanol (-4,57%), o óleo diesel (-1,59%) e o gás veicular (-0,49%).

Outros grupos com deflação foram vestuário (-0,19%) e artigos de residência (-0,06%).

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O Índice de Inflação de Preços de junho chega a de 0,63%

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de 0,63% em junho deste ano, taxa superior ao 0,40% observada em maio. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-DI acumula taxas de 4,40% no ano e de 6,04% em 12 meses.

A taxa foi puxada pelos preços no atacado e na construção civil. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, cresceu de 0,52% em maio para 0,83% em junho. O Índice Nacional de Custo da Construção avançou de 0,03% para 0,88% no período.

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, teve deflação (queda de preços) de 0,02% em junho, depois de registrar inflação de 0,22% no mês anterior.

(*) Informações da Agência Brasil.

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De olho nas compras: itens de supermercados tem queda de 1,67%

Uma pesquisa realizada pelo Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon), realizada entre os dias 22 e 23 de abril, apontam uma redução de R$ 1,67% em itens de supermercado. Os dados foram divulgados nessa terça-feira (30).

No estudo, foi feita a soma da média de 60 produtos pesquisados em diversos supermercados da Capital. Apesar da redução, a pesquisa mostrou que a diferença do preço entre os produtos variam 302,71% entre os supermercados.

Os produtos que apresentaram maiores variações foram abacaxi, com variação de 302,71%, batata, com 193,97% e o alho, com 186,88% de variação.