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Por Twitter, Bolsonaro defende ‘Lava Jato da Toga’ e critica gastos na Educação

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro defendeu o que chamou de “Lava Jato da Educação“. O post foi feito na manhã desta segunda-feira (4), onde, para embasar seu ponto de vista, citou que o Brasil gasta mais em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do que a média de países desenvolvidos, mas ocupa as últimas posições na Programa Internacional de Avaliação (PISA).

Segundo ele, em 2003, o Ministério da Educação (MEC) gastava R$ 30 bilhões em Educação, e, em 2016, gastou quatro vezes mais, chegando a R$ 130 bilhões.

Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União criaram a Lava-Jato da Educação.”

Segundo o presidente, os dados iniciais da investigação revelam “indícios muito fortes” de que a máquina está sendo usada para a manutenção de “algo que não interessa ao Brasil”. Ele ainda completou que sabe que isso pode acarretar greves e movimentos coordenados, “prejudicando o brasileiro“.

Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB que a média de países desenvolvidos. Em 2003 o MEC gastava cerca de R$30bi em Educação e em 2016, gastando 4 vezes mais, chegando a cerca de R$130 bi, ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA)— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 4 de março de 2019

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Senado sepulta CPI da Toga, mas movimento na Internet cobra investigação sobre Judiciário

O pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os possíveis excessos no âmbito do Poder Judiciário foi engavetada no Senado, mas estimulou, na internet, o surgimento do Movimento Avança Brasil para cobrar mais transparência da Justiça brasileira. 

O Movimento criou um abaixo-assinado online e, segundo o empresário e filósofo Eduard”o Platon, do ‘Avança Brasi’, “a luta pela transparência não vai arrefecer e que o abaixo-assinado online criado pelo grupo para pressionar parlamentares a avançarem com a proposta vai continuar no ar”. O desafio para os organizadores desse movimento é somar 500 mil assinaturas.

É uma pauta prioritária e vamos avançar na direção do abaixo-assinado. Temos como meta 500 mil assinaturas com o objetivo de dar visibilidade e publicidade ao que ocorre nessas esferas. Quando conseguirmos isso, vamos prestar serviço à sociedade levando ao Senado“, disse o empresário, ao afirmar que, por enquanto, o grupo conseguiu reunir 10 mil nomes favoráveis à CPI.

O objetivo do abaixo-assinado, segundo o empresário Eduardo Platon, é  transformar o Judiciário brasileiro, especialmente o Supremo Tribunal Federal (STF), trazendo mais confiabilidade e segurança jurídica. “Há um intervalo profundo entre essa visão e a realidade que os brasileiros recebem quando acontecimentos importantes da vida política entram em conflito com a atuação dos 11 ministros”. Na sua visão, muitas vezes, os ministros têm atuação mais política e menos técnica, configurando ‘ativismo judicial‘.

O pedido de CPI do Judiciário caiu porque alguns senadores decidiram retirar a assinatura do requerimento com pedido de investigação. Entre os senadores que contribuíram para CPI ser sepultada, está o tucano Tasso Jereissati. O requerimento, de autoria do senador Delegado Alessandro Vieira (PPS-SE), recebeu 27 assinaturas, mas, na segunda-feira, ficou com o apoio de 25 parlamentares – além de Tasso, a senadora Kátia Abre (PDT-TO) e o senador Eduardo Gomes (TO), também, recuaram no endosso à criação da CPI.