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Facebook bloqueia perfil de Carlos Bolsonaro

O filho mais antenado nas redes sociais do presidente Jair Bolsonaro ficou irritado com o Facebook. Isso porque a plataforma de Mark Zuckerberg bloqueou o perfil de Carlos Bolsonaro por sete dias.
O motivo, de acordo com o próprio Carlos, foi uma quebra das diretrizes da empresa. O que ocorreu é que Carlos postou um conteúdo considerado pela rede como “algo que não segue os nosso padrões”.
Carlos postou a indignação pelo Twitter e no Facebook — sob diferentes administradores:
“Tivemos nossas contas bloqueadas por 7 dias pelo Facebook por mostrar um marginal impondo terror à população brasileira. Graças a Deus, temos outros administradores e seguiremos expondo as verdades que tentam omitir”.
(*)com informação do Correio Braziliense
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Como políticos cearenses reagiram à prisão de Temer

A prisão do ex-presidente Michel Temer pode atrapalhar a tramitação da reforma da Previdência e gerou opiniões divergentes entre políticos brasileiros, entre eles, figuras do cenário político cearense. Pelas redes sociais, o senador Tasso Jereissati (PSDB) e ex-presidenciável pelo PDT, Ciro Gomes, se posicionaram em relação à prisão na manhã dessa quinta-feira do ex-presidente.

Em entrevista nessa quinta-feira, Tasso foi enfático. Chamou a operação de “espetáculo midiático” e “abuso de autoridade“. O senador ainda afirmou que não é advogado e que não vê nenhuma razão objetiva pra prisão do presidente Temer“. O tucano falou, também, que considera a prisão um “processo de abuso de autoridade” que, segundo ele, “vem acontecendo com alguma frequência.”

Após a repercussão da declaração, o senador foi ao Twitter para rebater “o que foi noticiado”. Segundo ele, a “isenção” de quem fez oposição ao ex-presidente teria o deixado “confortável” para criticar a decretação de prisão preventiva ocorrida ontem. Para o tucano, “o comportamento das instituições diante dos direitos do cidadão e da democracia” passa uma visão negativa.

O ex-candidato Ciro Gomes, em sua conta no Twitter, relembrou uma sabatina ao Correio Braziliense, no dia 6 de junho de 2018, onde chegou a prever a prisão de Michel Temer. Ciro publicou o vídeo e disse, ainda, que “Não é bola de cristal. É conhecer essa gente. Minha participação na sabatina do Correio Braziliense, em junho de 2018“.

Na ocasião, o então candidato pelo PDT, afirmou que Michel Temer (MDB) e Eduardo Cunha (PMDB) batiam “bola um com o outro para roubar a nação“, e que “um já está na cadeia e o outro vai“, referindo-se à Cunha, preso em 2016, e Michel Temer, que estava presidente.

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Após polêmica, Palácio divulga nota explicando postagem de Bolsonaro

Após polêmica envolvendo o presidente Jair Bolsonaro que, pelo Twitter, divulgou vídeo de cunho pornográfico, o Palácio do Planalto divulgou nota para explicar o vídeo polêmico compartilhado. A publicação, feita na última terça-feira (5), levantou discussões nas redes sociais e ganhou destaque nos noticiários de todo o país.

+ Na postagem, o presidente relacionou as cenas obscenas do vídeo ao Carnaval de rua.

De acordo com a nota do governo, Bolsonaro não teve a intenção de criticar o Carnaval de forma genérica“. O objetivo seria “caracterizar uma distorção clara do espírito momesco, que simboliza a descontração, a ironia, a crítica saudável e a criatividade da nossa maior e mais democrática festa popular”.

O texto diz ainda que os atos exibidos no vídeo violentam “os valores familiares e as tradições culturais do carnaval e ressalta que a publicação foi compartilhada na “conta pessoal” de Bolsonaro. Segundo a nota, as cenas “escandalizaram não só o próprio presidente, bem como grande parte da sociedade”

Nota na íntegra: 

A respeito de publicação realizada na conta pessoal do Presidente da República, em 5 de março, convém esclarecer que:

– No vídeo, postado pelo Sr. Presidente da República em sua conta pessoal de uma rede social, há cenas que escandalizaram, não só o próprio Presidente, bem como grande parte da sociedade.

– É um crime, tipificado na legislação brasileira, que violenta os valores familiares e as tradições culturais do carnaval.

– Não houve intenção de criticar o carnaval de forma genérica, mas sim caracterizar uma distorção clara do espírito momesco, que simboliza a descontração, a ironia, a crítica saudável e a criatividade da nossa maior e mais democrática festa popular.

Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

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Por Twitter, Bolsonaro defende ‘Lava Jato da Toga’ e critica gastos na Educação

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro defendeu o que chamou de “Lava Jato da Educação“. O post foi feito na manhã desta segunda-feira (4), onde, para embasar seu ponto de vista, citou que o Brasil gasta mais em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do que a média de países desenvolvidos, mas ocupa as últimas posições na Programa Internacional de Avaliação (PISA).

Segundo ele, em 2003, o Ministério da Educação (MEC) gastava R$ 30 bilhões em Educação, e, em 2016, gastou quatro vezes mais, chegando a R$ 130 bilhões.

Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União criaram a Lava-Jato da Educação.”

Segundo o presidente, os dados iniciais da investigação revelam “indícios muito fortes” de que a máquina está sendo usada para a manutenção de “algo que não interessa ao Brasil”. Ele ainda completou que sabe que isso pode acarretar greves e movimentos coordenados, “prejudicando o brasileiro“.

Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB que a média de países desenvolvidos. Em 2003 o MEC gastava cerca de R$30bi em Educação e em 2016, gastando 4 vezes mais, chegando a cerca de R$130 bi, ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA)— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 4 de março de 2019

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Bolsonaro sobre violência no Ceará: “necessidade mais que urgente de mudar a legislação”

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta sexta-feira (11) mudanças na legislação com a participação de todas as esferas de todos os Poderes e da imprensa para impedir o avanço da violência no país.

O posicionamento foi uma resposta a um vídeo que mostra criminosos incendiando um posto de gasolina em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza. As ameaças fazem referência às declarações de Bolsonaro de endurecer a política de combate à violência.

No vídeo, os bandidos citam o nome do presidente.

“Se você continuar oprimindo os irmão, vai ser só isso aí, ó.”


Grita o indivíduo, enquanto assiste o posto pegar fogo.

Confira, na íntegra, o twitte do presidente:

Confira aqui a postagem que gerou a insatisfação do presidente.

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Pelo Twitter, Bolsonaro confirma revogação da adesão do Pacto Global para Migração

O presidente da república Jair Bolsonaro confirmou, na madrugada desta quarta-feira (9) a revogação da adesão brasileira ao Pacto Global para Migração, através de postagem em seu Twitter.

Para o presidente, “O Brasil é soberano para decidir se aceita ou não migrantes. Não ao pacto migratório”.

Em seguida, Bolsonaro justificou a decisão. Confira:

Comunicado de Jair Bolsonaro no Twitter

A decisão foi comunicada ao Ministério das Relações Exteriores, que orientou o corpo diplomático a transmiti-la à Organização das Nações Unidas (ONU).

O Brasil aderiu ao pacto em dezembro de 2018.

Entenda

Anteriormente, Bolsonaro e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, criticaram os termos do pacto. No último dia 2, em Brasília, durante reunião com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, Bolsonaro afirmou que tinha a intenção de retirar o Brasil do acordo.

Fechado em 2017 e chancelado no ano passado, o pacto estabeleceu orientações específicas para o recebimento de imigrantes, preservando o respeito aos direitos humanos sem associar nacionalidades.

Dos representantes dos 193 países, 181 aderiram ao acordo. Estados Unidos e Hungria foram contrários. República Dominicana, Eritreia e Líbia se abstiveram.

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Pelo Twitter, Bolsonaro fala de caixa-preta de órgãos federais

Na manhã desta segunda-feira, 7, o presidente Jair Bolsonaro declarou que “a caixa preta do BNDES e […] de outros órgãos estão sendo levantados e serão divulgados.”

O anúncio foi feito por meio de sua conta no Twitter, antes de dar posse, em solenidade no Palácio do Planalto, aos dirigentes do Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Caixa Econômica Federal.

Bolsonaro ainda disse que “muitos contratos foram desfeitos e serão expostos, como o de R$ 44 milhões para criar criptomoeda indígena que foi barrado pela ministra Damares e outros“.

O presidente se refere à decisão de Damares Alves (Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos) de suspender um contrato de R$ 44,9 milhões da Fundação Nacional do Índio (Funai) que incluía a elaboração de mapeamento funcional, criação de banco de dados territoriais e implementação de criptomoeda para populações indígenas.

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Pelo Twitter, Bolsonaro garante apoio aos agentes do serviço de inteligência

Por meio do Twitter, o presidente eleito Jair Bolsonaro garantiu apoio aos profissionais do serviço de inteligência, “um dos mais importantes e sensíveis para a segurança da nação”. O apoio foi anunciado neste domingo, 30, há 2 dias da posse como presidente.

O trabalho de inteligência é dos mais importantes e sensíveis para a segurança da nação. No entanto, por sua natureza discreta, raramente é reconhecido. No que depender deste governo não faltará apoio e valorização para os profissionais da área! — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 30 de dezembro de 2018

Para o presidente eleito “no que depender deste governo não faltará apoio e valorização para os profissionais da área!”, escreveu em sua Rede Social.

Bolsonaro já tem uma série de compromissos marcados após a posse, que ocorre na próxima terça-feira, 1. A cerimônia terá segurança redobrada, com direito a detector de metais e proibição de objetos.

A previsão da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal é que a Esplanada dos Ministério receba de 250 até 500 mil pessoas para a posse. Mais de 2,6 mil policiais militares trabalharão na região da Esplanada.