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O telefone vermelho que pertenceu ao ditador Adolf Hitler foi arrematado ontem, domingo, por um comprador anônimo segundo informou a Casa de Leilões Históricos Alexander, nos Estados Unidos. O nome do comprador não foi revelado.
O lance inicial pelo aparelho foi de 100 mil dólares (310 mil reais), mas foi arrematado por 243 mil dólares (753 mil reais)

O Aparelho descrito em catálogo como “arma de destruição em massa” é uma relíquia encontrada no bunker do ditador em 1945, após a derrota da Alemanha nazista. Pertenceu ao ditador Adolf Hitler. Originalmente um telefone negro de baquelite produzido pela Siemens, o aparelho foi personalizado para o ditador, ganhando uma cor púrpura e o desenho do emblema nazista, além do nome de Hitler.
Militares russos entregaram o aparelho para o oficial britânico Ralph Rayner, que havia sido mandado para Berlim como representante do general britânico Bernard Montgomery.

Mais tarde, o oficial levou o aparelho para o Reino Unido. Nas décadas seguintes, o item só foi exposto para membros da família. Segundo Ranulf Rayner, filho do oficial, seu pai temia ser acusado por superiores de saquear as ruínas de Berlim. Nos anos 1970, com a morte de Ralph, o aparelho foi herdado pelo filho, que acabou oferecendo o item para leilão.

Artigo genuíno

A casa de leilões afirma que a autenticidade do item foi provada com pesquisas e fotografias. Além do bunker, o aparelho também foi usado em trens e veículos que serviam ao ditador.

O catálogo da casa descreveu o aparelho como uma “arma de destruição em massa”, apontando que as ordens que Hitler deu pelo telefone custaram um número incalculável de vidas.

Um porta-voz disse que a empresa e a família Rayner esperam que o item acabe sendo exposto em um museu para que as pessoas “possam entender no que o pensamento fascista extremo pode resultar”.

A casa afirmou ainda que a imagem de porcelana de um pastor alemão, que também teria pertencido a Hitler, também foi leiloada no domingo. O item foi arrematado por 24.300 dólares (75 mil reais).

Fonte: Jornal O Povo