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As obras da ferrovia Transnordestina se arrastam há anos no Brasil, mas poderá voltar para as mãos do Estado, caso o empresário Benjamim Steinbruch, dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CNS), não consiga convencer a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de que cumpriu todas as cláusulas do contrato. A agência iniciou dois processos administrativos que podem culminar na retomada da concessão.

O processo mais avançado envolve a malha em operação da chamada velha Transnordestina, resultado da privatização da malha ferroviária do Nordeste na década de 1990. Nesse caso, a agência deve soltar o relatório final nas próximas semanas. O documento trará uma indicação se o governo deve ou não declarar a extinção da concessão. Quem decidirá o futuro da ferrovia será o Ministério de Infraestrutura.

Iniciado em 2006, o projeto teve seu orçamento revisto algumas vezes. Os primeiros estudos apontavam que o valor mais razoável da obra girava em torno de R$ 8 bilhões. Mas o governo pediu mudanças e reduziu o montante para R$ 4,5 bilhões. Em 2012, o orçamento já estava em R$ 5,4 bilhões e subiu para R$ 7,5 bilhões. Atualmente o empreendimento está em R$ 11,2 bilhões.

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