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A distribuição dos R$ 5,7 bilhões do Fundo Eleitoral contemplará o ‘União Brasil’, sigla que nasce da fusão entre o PSL e o DEM, com R$ 899 milhões e 130 mil. Esse valor representa a soma das fatias do Fundo Eleitoral destinadas ao PSL (R$ 576,26 milhões) e DEM (R$ 322,87). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve oficializar, em janeiro, a criação do novo partido, denominado União Brasil.


O PT, que lançará o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva candidato em 2022, chegará às urnas com os cofres bem recheados: o partido, com a segunda maior bancada na Câmara Federal, terá R$ 566 milhões e 270 mil, vindo, em seguida o MDB, com R$ 426 milhões, 140 mil, o PSD (R$ 389 milhões, 740 mil) e, fechando o ciclo das cinco maiores participações no Fundo Eleitoral, o PP, com R$ 384 milhões, 170 mil. O PSDB somará R$ 377 milhões e 5 mil.


O PL, sigla à qual está filiado o presidente Jair Bolsonaro, terá a 7ª maior fatia do Fundo Eleitoral, somando um total de R$ 341 milhões, 460 mil. O PDT do presidenciável Ciro Gomes, pelos cálculos atuais, terá R$ 290 milhões, 630 mil para a campanha de 2022.


Dois partidos – REDE e AVANTE, estão, entre as siglas com registro no TSE, com as menores quantias destinadas ao financiamento da campanha, ficando, cada um, com R$ 79 milhões. No quadro, você confere o valor que caberá a cada agremiação no Fundo Eleitoral de 2022.

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