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As incertezas em relação a prorrogação, ou não, do auxílio emergencial ainda é um tema muito debatido, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiu que o Brasil “está deixando” o auxílio emergencial criado para proteger invisíveis durante a pandemia de covid-19 porque a economia brasileira está se recuperando.

De acordo com Guedes, até o fim do ano o auxílio será retirado e o governo vai se concentrar em entregar as vacinas. O ministro também afirmou que não dá para concluir que o País está em uma segunda onda de contaminação por covid-19.

O ministro voltou a citar que é provável que o ano termine com saldo zero no Cadastro de Geral de Empregados e Desempregados (Caged), após somar criação líquida de cerca 1 milhão de vagas formais de julho a outubro, recuperando parcialmente a perda de cerca 1,2 milhão de postos entre março e maio.

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