O bombardeio do noticiário sobre irregularidades na aplicação de recursos de emendas parlamentares atinge as pré-candidaturas dos deputados federais Júnior Mano (PSB) e José Guimarães (PT) ao Senado. As investigações estão em andamento, não há condenação, mas o desgaste para quem sonha com um mandato majoritário é inevitável.
Para quem quer ser candidato, a ficha precisa estar limpa, sem mancha, nem questionamento. A operação da Polícia Federal, como conta o repórter Carlos Silva, no Jornal Alerta Geral, ganhou repercussão nacional, tem desdobramentos a curto, médio e longo prazo, deixando incerteza sobe a manutenção das pré-candidaturas de Júnior e Guimarães.
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CID E A REELEIÇÃO AO SENADO
Como consequência das investigações, o senador Cid Gomes (PSB), padrinho político da pré-candidatura de Júnior Mano ao Senado, pode voltar ao cenário para uma provável disputa da reeleição em 2026. Cid adotou o silêncio, enquanto alguns socialistas o esperavam por um abraço de solidariedade a Júnior Mano.
Quando surgiram as primeiras investigações contra o deputado do PSB, Cid o defendeu e classificou as denúncias como infundadas. O repórter Isac Rancine, da Expresso FM 91.3, em Sobral, diz que uma possível volta de Cid Gomes ao cenário pré-eleitoral ao Senado entrou nas conversas políticas da Região Norte.
JÚNIOR MANO X CAPITÃO WAGNER
As investigações sobre a má aplicação de dinheiro de emendas parlamentares ganharam ainda mais repercussão no Ceará com a troca de farpas, por meio das redes sociais, entre o deputado federal Júnior Mano e o ex-deputado federal Capitão Wagner. As agressões verbais deixam questionamentos sobre o que cada um fez e faz com os recursos das emendas que são direcionados a municípios do Ceará.