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Situação de alerta para os cearenses que apreciam um belo banho de praia na capital. Conforme o boletim de Balneabilidade de Fortaleza mais recente da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), divulgado no dia 16 deste mês, cerca de 30% da orla monitorada na Capital é imprópria para banho. Dos 31 trechos sob análise semanal pelo órgão, que vai da Barra do Ceará à Sabiaguaba (até a foz do Rio Cocó), nove são considerados impróprios, enquanto 22 são próprios para banho.

A Escherichia coli está entre as bactérias encontradas em águas impróprias e ameaça a saúde com infecção urinária e diarreia.  Em uma criança pequena, infecções bacterianas repetidas podem prejudicar o desenvolvimento cerebral. “Se você sobrecarrega o sistema imune, outras funções vão ficar prejudicadas”, afirma o infectologista que foi entrevistado pela reportagem do jornal Diário do Nordeste.

A coleta de amostras da água do mar acontece semanalmente em Fortaleza, seguindo a Resolução nº 274 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). As demais praias, dos litorais Leste e Oeste do Ceará, passam por coleta e análises a cada mês.

Nos laboratórios da Superintendência, os coliformes termotolerantes foram escolhidos como indicadores da presença de agentes patogênicos, e as amostras são avaliadas com a metodologia de tubos múltiplos. A Escherichia coli e os enterococos também podem servir como indicadores nos estudos.

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