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O 1º de maio deste ano foi marcado pelo retorno dos trabalhadores às ruas após a pandemia de covid-19. Atos agendados em todas as capitais deram a tônica da mobilização por emprego, direitos, democracia e vida. A pauta de reivindicações é típica para o período eleitoral marcado por inflação sem trégua, baixos salários e profundas mudanças no mercado de trabalho. Em Fortaleza, a manifestação, organizada por centrais sindicais e frentes populares foi marcada com passeata da Areninha do Pirambu até o Vila do Mar.

No Vale do Jaguaribe, a agenda articulada pelos movimentos sociais da região ocorreu ainda no sábado, com caminhada saindo da Igreja Matriz de Tabuleiro do Norte. Na última semana, um indicador internacional mostrou como está complicada a situação do trabalhador brasileiro, que não para de ver a renda encolher por conta da inflação, que subiu mais de 12% na prévia de abril.

Dados mais recentes mostram que o desemprego no Brasil está estagnado, após atingir recordes recentes no ano passado. No primeiro trimestre de 2022, a taxa de desocupação ficou 11,1%, atingindo 11,9 milhões de pessoas, conforme a mais recente Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílio, divulgada pelo IBGE.

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