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Representantes de transportadores autônomos admitem que ficou mais difícil controlar o clamor por uma paralisação nacional.
O anúncio de reajuste de 2,56% do óleo diesel, feito ontem (3) pela Petrobras, trouxe a ameaça de greve dos caminhoneiros de volta. A indignação da categoria não é só contra a estatal, mas também por causa de medidas não cumpridas pelo governo. Representantes de transportadores autônomos admitem que com o cenário atual, é difícil controlar e evitar uma greve nacional.
O aumento de preço sobre o principal combustível utilizado pelos caminhões tem tido forte repercussão neste ano. Uma possível greve havia sido marcada para 29 de abril, mas após reunião de representantes sindicais e o governo, foram tomadas medidas que evitaram a greve.
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