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A polêmica sobre o subsídio na conta de energia elétrica para milhares de igrejas no Ceará foi encerrada. Após deixar reunião no Ministério de Minas e Energia (MME), nesta quarta-feira (15), o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que a ideia era dele, mas recuou, após conversar com ministros.

Segundo ele, o impacto do benefício para as igrejas seria mínimo, mas a política da Economia é não ter mais subsídios. Então, está suspensa qualquer negociação nesse sentido. Ainda de acordo com o presidente, quando se fala em subsídio alguém vai pagar a conta, então está suspenso.

No entanto, quando se trata do subsídio para a geração distribuída, como a energia solar produzida por painéis fotovoltaicos, o discurso é outro. O presidente não pretende tirar o benefício e não vai ter taxação.

Bolsonaro explicou que quem tiver fazenda com produção de até 5 megawatts (MW), que atenderia 12 mil pessoas, também não será taxado, desde que tenha seus próprios meios para transportar energia.

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