Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

As articulações nos bastidores políticos começam a ganhar novos contornos com os movimentos deflagrados pelo PSD e pelo Podemos. O PSD ganha a filiação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que chega como pré-candidato à Presidência da República, enquanto o Podemos estende o tapete para receber o  ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. Ambos  se tornam opções para a chamada terceira via nas eleições de 2022.

A terceira via é um corredor formado pelos partidos que não querem a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, nem a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As pesquisas mostram que um importante segmento dos eleitores está na orfandade de uma candidatura de centro que os represente bem na linha do equilíbrio econômico e da moderação política.

PACHECO NO PSD

O atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, surgiu no vazio político como um nome com equilíbrio que pode unir partidos de centro que procuram uma alternativa à Presidência da República. Rodrigo oficializou a entrada no PSD e chega como pré-candidato à sucessão do presidente Bolsonaro.

Coube ao presidente da Executiva Nacional do PSD, Gilberto Kassab, convencer o senador mineiro a embarcar nesse trem. O embarque é animado com a provável filiação do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmim, ao PSD. O ainda tucano é líder nas pesquisas de intenção de votos ao Governo de São Paulo.

‘’Pacheco torna-se um dos principais quadros do partido. Por ser jovem, ele expressa a renovação que tantos querem no Brasil, e, ao mesmo tempo, tem muita experiência. Ocupou espaço no cenário político em locais que só pessoas preparadas e com talento ocupam, como as presidências do Senado e da Comissão e Constituição e Justiça (CCJ)’’, destacou Gilberto Kassab.

MORO A CAMINHO DO PODEMOS

O Podemos se prepara para receber, no próximo dia 10, a filiação do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. O nome do ex-juiz sempre surge nas pesquisas sobre as intenções de votos à Presidência da República.

A filiação ao Podemos legitima a entrada de Moro na corrida eleitoral, mas, até o momento, ele não sinalizou se irá concorrer ao Palácio do Planalto ou mesmo ao Senado. Moro pode representar uma alternativa para os eleitores que se cansaram do modelo administrativo e político do PT e se frustraram com o Governo Bolsonaro.

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp