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Fim de tarde a história se repete, milhares de veículos que acorrem para a BR-116 via Anel Viário proporcionam engarrafamentos quilométricos. O sufoco começa pouco depois das 16h30 e segue até as 20 horas. Quem sai do trabalho ou vai pegar os filhos na Escola precisa de muita paciência para ultrapassar as barreiras diárias.

No Anel Viário, mesmo duplicado, a situação fica mais difícil devido o fluxo de veículos pesados em direção ao Distrito Industrial de Maracanaú e de Eusébio. A Via também liga os municípios de Maranguape e Caucaia.

A saída é evitar as vias que tradicionalmente ficam engarrafadas. A Sebastião de Abreu, que liga a Aldeota e Dionísio Torres a BR-116, por exemplo, é engarrafada a qualquer hora do dia, principalmente após o Viaduto sobre a Rua Murilo Borges. A situação tende a piorar com o número de veículos que diariamente são vendidos em concessionárias da Capital. A falta de transporte publico de qualidade impede o fortalezense, que tem seu veiculo próprio, de abdicar do conforto e enfrentar o sufoco diário.

Caminhões, motos e carros disputam espaços na via