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As centrais sindicais definiram em reunião na sede da Força Sindical em São Paulo a realização de uma greve geral dos trabalhadores em nível nacional, a ser realizado em 5 de dezembro, uma terça-feira. A data foi definida pelas principais entidades representantes dos trabalhadores no País, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT),  CTB,  Nova Central, CSB, Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas.

As Centrais Sindicais convocaram todas as entidades sindicais e movimentos sociais a realizarem ampla mobilização nas bases – assembleias, atos, debates e outras atividades – como processo de organização da Greve Nacional e exigem que o Congresso Nacional não mexa nos direitos trabalhadores.

A definição da data ocorreu porque as centrais avaliam que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que propõe alterações nas regras previdenciárias, deva ir ao plenário da Câmara no dia seguinte à greve, 6 de dezembro.

Para a CUT a proposta de reforma trabalhista legalizou o bico e muitos trabalhadores perderam os direitos e, em muitos casos, receberão menos do que um salário mínimo.

A Força Sindical quer que a greve ocorra principalmente nas capitais. Já a CUT realiza a partir desta semana, assembleias, debates e outras atividades em suas bases, para alertar, informar e mobilizar a classe trabalhadora do País contra a proposta perversa.