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O encolhimento do Centrão, formando em seu núcleo por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, que perdeu 22 deputados federais nas eleições deste ano em relação ao pleito de 2014, tem forçado caciques do grupo a repensarem a formação do bloco que apoiou Geraldo Alckmin no primeiro turno.

A avaliação é de que o eleitorado encarou a aliança como um agrupamento de tudo o que há de pior na política. Apesar disso, a turma não vai se separar. A nova estratégia será descartar o nome “Centrão” e agir nos bastidores para tentar reconduzir Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara, mantendo força política no Parlamento.

Em reunião com Rodrigo Maia e o presidente do DEM, ACM Neto, na última terça, o secretário-geral do PSDB, Marcus Pestana, propôs criar um bloco com esses partidos, incluindo o MDB, o PSDB e o PSD, chamado de “responsabilidade e sensatez”.

A agenda do grupo vai além de reeleger Maia para o comando da Câmara. Querem iniciar um processo de fusões partidárias, como “antídoto à excessiva pulverização do quadro político”.

Com informações do Jornal O Estado de São Paulo

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