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Com o início do pagamento da nova rodada do auxílio emergencial, na terça-feira dia 6, o governo deve apresentar esta semana a prorrogação do programa de redução de jornada e salário. A medida foi adotada em 2020 e prevê que o governo complemente parte do salário do trabalhador que tiver seu pagamento e horário de trabalho reduzido. Em contrapartida, a empresa se compromete em não demitir. Suspensão de contrato temporária também deve voltar a ser permitida.

De acordo com a explicação do jornalista Carlos Alberto Alencar em sua participação no Jornal Alerta Geral desta quarta-feira (07), o novo programa de redução de jornada e salário ou suspensão de contrato deve alcançar entre 3,8 milhões e 4 milhões de trabalhadores. Esse é o número máximo de acordos entre empresas e empregados que podem ser abarcados pelo valor estipulado para bancar a medida, que deve ficar em cerca de R$ 9,8 bilhões. Os recursos pagarão o benefício emergencial (BEm), que compensa parte da perda salarial, e os custos operacionais do programa.

Confira na íntegra o comentário do jornalista Carlos Alberto Alencar:

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