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A busca por vagas em leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) é uma das principais demandas atendidas pelo Núcleo de Defesa da Saúde (Nudesa) da Defensoria Pública do Estado, além dos pedidos de transferência para leitos em hospitais de maior complexidade. Somente no ano passado, 1.202 atendimentos para abertura de processos judiciais não solucionados de forma administrativa foram registrados pelo órgão. O total representa um aumento de 44% em relação a 2018, quando foram protocolados 834 pedidos.

O Ceará conta, atualmente, com 1.066 leitos de UTI, sendo 722 conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS), conforme dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). O titular da pasta, Dr. Cabeto, reconhece o déficit, mas afirma que a carência atual está em cerca de 200 leitos, aproximadamente 33% menor do que os números de 2017.

A demanda deve ser sanada, segundo afirma, com a liberação de recursos para a construção de pelo menos 200 novos leitos distribuídos em 20 hospitais polos no interior do Estado, com dez unidades em cada, em cidades como Iguatu, Crateús, Tauá, Itapipoca, Tianguá, entre outros. A expectativa é que estejam prontos para uso em até três anos.

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