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Milhares de cearenses enfrentam hoje, a frustração com a medida reafirmada nessa quinta-feira (29), pelo Governo Federal, de suspensão dos concursos públicos pelos próximos três anos. O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, voltou a dizer que o governo vai segurar os reajustes salariais e concurso público por, pelo menos, três anos.

O grande problema, segundo Mansueto Almeida, não é a remuneração de final de carreira, que muitas vezes ultrapassa os R$ 30 mil mensais, dependendo do cargo e da função. A questão está nos salários iniciais das carreiras de Estado, que ficam entre R$ 14 mil e R$ 19 mil, e da rapidez com a qual o funcionário que passa no concurso chega ao teto.

Além disso, alguns benefícios que foram recentemente criados ou ainda estão sendo reivindicados por categorias específicas terão que ser repensados, de acordo com o secretário do Tesouro Nacional.

Foram criados os bônus de eficiência para a Receita Federal e os honorários de sucumbência para a Advocacia-Geral da União (AGU). Tudo isso tem que ser repensado dentro do contexto das carreiras. São práticas diferentes do resto do mundo. Se quisermos manter o país com nível de investimento, que já é baixo, não vejo nenhum espaço fiscal para aumento salarial ou concurso público nos próximos três anos. Aí, o governo segura e ganha tempo para fazer uma reforma administrativa. Os servidores tiveram quatro anos de aumento salarial acima da inflação, recordou.

Muitos cearenses se dedicam hoje na Grande Fortaleza e no Interior do Estado em busca de uma oportunidade no serviço público federal. Com essas medidas anunciadas, mais uma vez, o sentimento é de frustração para quem sonha em entrar no serviço público federal.

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