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O ex- senador Eunício Oliveira volta a se movimentar nos bastidores políticos para reforçar o MDB na corrida às urnas em 2020. O assunto ganhou destaque no Bate Papo Político do Jornal Alerta Geral desta quinta-feira (16) entre os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida.

+ Eunício mergulha nos bastidores para reforçar MDB na corrida às urnas em 2020

Mesmo sem mandato, Eunício ainda exerce poder dentro MDB o que o “proporciona abrir portas para atrair novos militantes que queiram disputar as eleições principalmente em grandes colégios eleitorais do estado do Ceará”, é o que aponta Luzenor.

O jornalista ressalta que além de possuir o tempo, que proporciona aos partidos e aos candidatos mais espaço para expor ideias e projetos em emissoras de rádio e televisão, o partido também tem o reforço do caixa do fundo eleitoral para as eleições.

Beto expõe que o MDB é o 3º partido com os maiores valores disponíveis no fundo eleitoral, tenho a quantia de R$ 282 milhões, ficando atrás apenas do PSL, com R$ 364 milhões e do PT, com R$ 365 milhões no fundo.

“É uma verba bem significativa, mas logicamente não é só isso que atrai e que motiva o ex-senador Eunício Oliveira. Eu tenho acompanhado o Eunício […] nas redes sociais e vejo o quanto ele está ativo, inclusive, agora utilizando, por exemplo, informações da bancada de emedebistas na Assembleia Legislativa”, aponta Beto.

Diante das especulações, Luzenor ressalta que o futuro do MDB no Ceará “é uma incógnita”. Segundo o jornalista, o ex-senador Eunício Oliveira dá sinais de alinhamento com o governador Camilo Santana, que articulou em 2018 o apoio da aliança entre PT e PDT para a reeleição de Eunício.

“Eunício acaba demonstrando gratidão ao Camilo Santana. Ou seja, ai tem uma porta aberta para o diálogo sobre a eleição em Fortaleza”, afirma Luzenor.

Beto concorda que a situação do partido de fato gera dúvidas e acrescenta que “em política nada é impossível”. O jornalista traz alguns questionamentos:

“Para onde vai, Camilo vai ficar neutro? Como vai ser a atuação do governador Camilo Santana, primeiro com o partido dele, o PT, e depois com o PDT?”, questiona Beto, que afirma que se Camilo apoiar a candidatura do nome que vier a ser lançado pelo PDT, dificilmente Eunício dará apoio.

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