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As eleições de 2018 começam a mexer com os caciques regionais do PMDB e PSDB nas articulações com vistas à disputa pela Presidência da República. O presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati, e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), participam, nesta quarta-feira, em Brasília, de reuniões com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que é pré-candidato ao Palácio do Planalto.

Alckmin decidiu acelerar os movimentos diante do avanço do prefeito da capital paulista, João Doria,  que, também, é citado como presidenciável e passou a percorrer o País para ganhar visibilidade. Doria estará, em Fortaleza, na próxima sexta-feira, para reunião com o senador Tasso Jereissati. O tucano Alckmin terá, ainda, nesta quarta-feira, encontro com o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM),

A agenda de Alckmin na capital federal nesta quarta-feira prevê apenas audiência às 12h30 com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, do PP, na sede da Pasta. No encontro, discutirão “assuntos de interesse do Estado de São Paulo na área da saúde, como o credenciamento de serviços em UTI, diálise e câncer”, segundo a assessoria do tucano.

Após a citação do senador Aécio Neves na Operação Lava Jato, com gravação de imagens que o comprometem em pedido de dinheiro ao Grupo JBS, o PSDB enfrenta desgastes e tenta recuperar terreno na corrida ao Palácio do Planalto. Aécio chegou a ser denunciado pela Procuradoria Geral da República, foi afastado do mandato e obrigado a se desligar do comando nacional do PSDB. Esse roteiro tirou o mineiro da disputa pela Presidência da República. Sob o comando do cearense Tasso Jereissati, o PSDB tenta se reencontrar com a sua história e viabilizar um nome com condições para chegar à Presidência da República. No páreo, estão Geraldo Alckmin e João Doria.