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A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) retirou mais de R$ 83 milhões em bens de criminosos, em dois anos de investigações. O trabalho foi feito de forma integrada com o apoio da Delegacia de Combate aos Crimes de Lavagem de Dinheiro, que faz parte do Departamento de Recuperação de Ativos (DRA).

Entre os bens estão 232 veículos, como automóveis, motocicletas e uma aeronave, 66 imóveis, como casas, apartamentos, pontos comerciais e terrenos, além de valores guardados em contas bancárias, joias e pagamentos de previdência privada. As apreensões foram realizadas em ações policiais feitas pelas delegacias de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), dos Crimes Contra Finanças Públicas (DCCAFP), além das Delegacias Regional do Crato e Municipal de Quixeramobim.

Prender é muito pouco. Quando se trata de uma organização criminosa estruturada, verticalizada, a gente entende que o mais importante é desidratar o poderio econômico. Esse dinheiro que alimenta o crime. Queremos quebrar essa corrente porque, se eu não consigo capturar patrimônio, dentro de pouco tempo, terão pessoas que assumirão a função dos que foram presos, mas se eu descapitalizar e reter patrimônio, eu quebro o ciclo. E mesmo tendo pessoas que assumam essas posições, elas não terão capital de giro para fomentar o crime, disse o delegado geral da PCCE, Marcus Rattacaso.

Um dos bens sequestrados mais caro trata-se de um helicóptero utilizado nos assassinatos de dois traficantes, em Aquiraz, ocorridos em fevereiro de 2018. Três meses após as investigações sobre o fato, a aeronave se tornou parte da frota da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

 

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