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O consumo das famílias esboçou reação entre abril e junho, após nove trimestres de queda, e ajudou a impulsionar o crescimento de 0,2% da economia brasileira no segundo trimestre, segundo dados do IBGE.

Segundo o instituto, o consumo das famílias cresceu 1,4% no segundo trimestre em relação aos primeiros três meses do ano, primeiro resultado positivo desde o fim de 2014. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o resultado também ficou positivo em 0,7%. O consumo corresponde a 65% do PIB e é a conta mais importante de demanda da economia.

O IBGE diz que o consumo das famílias foi influenciado pelo enfraquecimento da inflação no segundo trimestre – que chegou a ser negativa em junho – e pela queda da Selic, a taxa básica de juros, além do crescimento dos salários no período. No acumulado do primeiro semestre, o consumo das famílias registrou queda de 0,6%, embora menos intensa que nos trimestres anteriores.

A liberação das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) também teve efeito positivo no segundo trimestre. Os saques somaram R$ 44 bilhões entre 10 de março e o prazo final, 31 de julho.