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Os deputados federais aguardam, com expectativa, a decisão final do presidente Jair Bolsonaro sobre possíveis vetos à lei aprovada com a definição de recursos da União para 2020. As expectativas se voltam, principalmente, ao fundo eleitoral que, pela decisão do Congresso Nacional, terá 2 bilhões de reais destinados ao financiamento da campanha dos candidatos a prefeito e a vereador.

O fundo eleitoral é composto de recursos públicos. O volume de dinheiro é distribuído de acordo com o número de deputados federais eleitos por cada sigla em 2018. A maior fatia da grana ficará com o PSL, que, pelo quadro atual, terá poucos candidatos a prefeito em cidades do Ceará e dos demais estados brasileiros.

Caberá ao PT, com a segunda maior bancada na Câmara Federal, a segunda parcela mais expressiva dos recursos do fundo eleitoral. Lideranças partidárias e parlamentares chegaram a trabalhar para o montante de verbas do fundo eleitoral fosse elevado para 3,8 bilhões de reais para as eleições municipais, mas as pressões populares e o temor de um veto presidencial ao aumento vertiginoso da verba fizeram os congressistas desistirem da ideia. Agora, todos os aguardam a decisão final do presidente Bolsonaro se o fundo ficará mesmo em R$ 2 bilhões.



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