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O deputado federal, Heitor Freire (PSL), voltou a fazer duras críticas à esquerda brasileira. Freire, que é conhecido por ter um discurso ferrenho, crítico ao que chama de “velha política”, disse, nesta segunda-feira (22), que a esquerda quer “atrasar a vida do cidadão brasileiro“. A declaração foi feita em entrevista ao Jornal Alerta Geral (Expresso FM 104.3 na Capital + 26 emissoras do Interior), enquanto a reforma da Previdência espera parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que debate a constitucionalidade da proposta.

Questionado, Freire disse, ainda, que a esquerda é “dramática” e comparou as falas de deputados de oposição à “novela mexicana“. O deputado questionou a forma como a oposição está se comportando em relação às principais propostas de reforma apresentadas pelo governo que, segundo ele, são necessárias ao país. “Eles querem é baldear. Eles querem que o país quebre para eles voltarem ao governo. Segundo o deputado, a intenção da oposição é causar baderna para desestabilizar o governo.

Freire falou, também, que, quando era oposição, onde lembrou dos governos petistas, chegou a rezar para que desse certo, fazendo referência aos ex-presidentes Lula e Dilma.

Mesmo quando a oposição estava no poder, eu ainda orava para que a Dilma, o Lula, (que) Deus iluminasse a cabeça deles para que o Brasil fosse para cima, porque eles eram o piloto desse avião.

Deputado federal, Heitor Freire 

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Em um bate papo com os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida, o deputado federal disse que não falta articulação para o governo aprovar a Reforma Previdenciária. Segundo ele, “o governo fez sua parte”, apresentou a proposta, agora cabe, segundo Freire, aos deputados “discutir e melhorar o projeto“. Aproveitando o momento, Freire falou sobre as derrotas sofridas pelo governo, na CCJ, nas últimas semanas. Segundo Freire, “eles (deputados da oposição) estão fazendo muito barulho, é gritaria”, o que acabou atrasando a votação ainda nessa primeira fase.

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O deputado federal, que disse esperar compor a Comissão Especial que, após o parecer da CCJ, discutirá o mérito da proposta (onde pontos como BPC e Aposentadoria Rural serão debatidos), questionado pelo jornalista Luzenor de Oliveira sobre os pontos mais polêmicos da proposta, afirmou que “o governo não tem que ceder em nada; nós temos que discutir e melhorar o projeto“. Para ele, o texto apresentado pelo presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), é justo, mas, “se a sociedade quer debater”, os deputados irão “discutir e melhorar”.

 

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