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Pessoas de todas as idades caem nas pegadinhas que estão rendendo gargalhadas ao longo do dia. Muito mais os idosos. Segundo especialistas, existem condições sociais e fisiológicas que os deixam vulneráveis a mentiras e fake news. A maioria das situações rende risadas. Existem, porém, os casos graves, como os golpes na porta dos bancos. E ainda o risco de ter a saúde mental afetada ao descobrir o erro, o que pode levar ao isolamento e à depressão.

Entre as derrapadas mais comuns está a disseminação de fake news pelas redes sociais. Ao acompanhar 3,5 mil internautas de diferentes idades, pesquisadores das universidades de Princeton de Nova York, nos Estados Unidos, concluíram que aqueles com 65 anos ou mais compartilharam sete vezes mais artigos de portais de notícias falsas do que o grupo mais jovem (de 18 a 29 anos). O estudo foi divulgado em janeiro, na revista científica Science Advances. Os dados dessa pesquisa retratam, também, uma realidade no Brasil.