Leishmaniose: Ceará supera os 370 casos da doença neste ano; saiba como se prevenir

Foto: Reprodução

Nestes oito meses de 2025, o estado do Ceará, já registra 379 casos de leishmaniose em suas formas visceral e tegumentar da doença. A leishmaniose é uma doença infecciosa transmitida exclusivamente pela picada do mosquito-palha, que pode se contaminar ao picar animais como cães e roedores e, posteriormente, transmitir o parasita ao ser humano.

No ano passado, o estado registrou 221 casos de leishmaniose visceral e 716 do tipo tegumentar. A doença pode se manifestar de formas diferentes: a visceral provoca sintomas como febre persistente, fraqueza, perda de peso e anemia, enquanto a forma tegumentar causa feridas com bordas elevadas, geralmente indolores. O diagnóstico e o tratamento estão disponíveis nas unidades básicas de saúde, com encaminhamento para hospitais de referência.

Formas de contrair a doença

O mosquito transmissor da leishmaniose pica algum animal contaminado, podendo ser até o de estimação, e transfere o vírus para o ser humano com uma picada.

O uso de telas, plantas repelentes e a limpeza constante de quintais são formas eficazes de interromper o ciclo de transmissão e proteger tanto animais quanto humanos.