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A Justiça determinou, nessa terça-feira, que outros sete policiais acusados de envolvimento na Chachina da Messejana, em Fortaleza,sejam levados a júri popular. De acordo com a Justiça, os policiais eram mantidos presos preventivamente para evitar intimidação das testemunhas durante a fase de depoimento. Com a conclusão dessa etapa, a prisão preventiva foi revogada. Um oitavo policial, cuja etapa de testemunhos também foi concluída, ficará mantido preso porque já responde a outra ação, também por crimes dolosos contra a vida. Dos policiais militares acusados dos assassinatos, 10 tiveram os processos arquivados pela Justiça.

A chachina da Messejana resultou na morte de 11 pessoas em Fortaleza na madrugada de 12 de novembro de 2015. Os acusados serão julgados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima (em relação a 11 vítimas fatais), tentativa de homicídio duplamente qualificado, também por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima (em relação às três vítimas sobreviventes), além de tortura física em relação a outras três vítimas e tortura psicológica em relação a uma.

Em 18 de abril, outros oito policiais que haviam sido presos no mesmo caso receberam liberdade. Eles vão ser julgados por júri popular.