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A premiê Theresa May defendeu nesta quinta-feira (15) no Parlamento britânico o acordo preliminar com a União Europeia sobre o Brexit. O pronunciamento aconteceu pouco depois de quatro integrantes do seu gabinete pedirem demissão, entre eles, o secretário do Brexit, Dominic Raab.

O afastamento do Reino Unido do bloco europeu, que ficou conhecido como Brexit, foi aprovado em plebiscito em junho de 2016. Desde então, o governo May trabalha para estabelecer um tratado com os países europeus em defesa dos interesses nacionais. Esse acordo, que precisa ser aprovado pelos parlamentares, passaria a valer a partir de março de 2019, quando está prevista a saída britânica.

May disse respeitar a decisão dos ministros que renunciaram, mas destacou que o processo de separação exige escolhas difíceis. Ela advertiu que o voto do Parlamento pode implicar na não concretização do Brexit.

May disse estar determinada a concluir o Brexit até 29 de março. Segundo ela, esse acordo preliminar é o rascunho de um tratado para que o Reino Unido deixe a UE de “maneira suave e ordenada” no prazo previsto.

Na avaliação da premiê, essa proposta estabelece as bases para uma futura relação que atenda aos interesses britânicos. “Assume o controle de nossas fronteiras, leis e dinheiro. Protege empregos, segurança e integridade do Reino Unido”, afirmou.

Mesmo ferrenhos defensores do Brexit em sua própria sigla, o Partido Conservador, condenam a premiê por ter feito concessões que julgam inaceitáveis a Bruxelas.

A libra esterlina caiu perto de 2% ante ao dólar, a caminho da segunda maior queda este ano, reagindo à oposição ao esboço do acordo do Brexit.

Com informação do G1

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