Foto: reprodução.

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Defesa da Cidadania, do Idoso, da Pessoa com Deficiência e da Saúde Pública (Caocidadania), lançou na última segunda-feira, 25 de março, no dia em que é comemorado a Data Magna no Ceará, o “Igualdade Racial – projeto para um Ceará sem racismo”. O intuito é falar sobre racismo além do “daltonismo”, levantando questões, combatendo preconceito e proporcionando reconhecimento, identidade e maior participação social de negros, quilombolas, indígenas, ciganos e povos de terreiro.

A primeira fase, que segue até maio de 2019, consiste em três tipos de ações: postagem de curiosidades e de vídeos nas redes sociais e uma programação cultural voltada para o público interno do MPCE. O projeto foi elaborado com o apoio de parceiros da coordenadoria da Diversidade e Inclusão Educacional da Secretaria de Educação do Estado do Ceará (Seduc); Coordenadoria do Patrimônio Cultural e Memória da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult); Núcleo de Africanidades do Departamento de História da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial (CEPPIR), da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

“O projeto de promoção da igualdade e do respeito à diversidade racial é uma das diretrizes do Ministério Público nacional e, aqui no Ceará, a gente procura dar uma visão mais alencarina, da realidade e da história do estado. É nesse sentido que a gente enfoca a superação do racismo e, principalmente, do racismo estrutural, que a gente precisa realmente ultrapassar, compreendendo os direitos, a beleza da diversidade e a importância de cada cidadão no convívio em sociedade”, explica o promotor de justiça e coordenador do Caocidadania, Hugo Porto.

COM MPCE