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Prefeitos e vereadores eleitos, que chegaram a ser diplomados e se preparam para tomar posse no dia primeiro de janeiro de 2021, ainda enfrentarão contratempos com a justiça eleitora. Isso, porque, o Ministério Público Eleitoral pediu a cassação de mandatos por alguma irregularidade na campanha. É o caso, por exemplo, do município de Pentecoste.

O Ministério Público Eleitoral (MPE), por intermédio da Promotoria da 50ª Zona, ajuizou três Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) requerendo a cassação dos registros de candidatura ou dos diplomas dos vereadores Hailton Castro, Pastor Vaumir e Daniel Castro, eleitos em 2020. Na ação, o MPE solicita, ainda, que seja decretada a inelegibilidade e a aplicação de multa.

O MP também vai apurar denúncias de casos de captação ilícita de sufrágio e abuso de poder econômico, condutas vedadas, envolvendo a participação direta dos três políticos.

De acordo com as informações colhidas pelo MP Eleitoral, o vereador eleito Daniel Castro, ex-secretário de Agricultura e Pesca de Pentecoste, utilizou recursos próprios para financiar serviços de perfuração de poços profundos na zona rural do município, em troca de votos e do apoio de famílias beneficiadas com a obra. Já Hailton Castro teria captado votos ilicitamente, com valores entre R$ 20 e R$ 30, e fornecido meios vedados para buscar eleitores e levá-los aos seus locais de votação. Por fim, o Pastor Vaumir foi denunciado por ter se beneficiado de sua posição de coordenador do Projeto Pro-Futuro, dando e prometendo vantagens às famílias carentes assistidas pela ONG em troca de apoio e de sua promoção pessoal, conforme vídeos divulgados nas redes sociais do próprio político.

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