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Mudanças na Lei das ZPEs impacta Pecém

Há uma expectativa no Governo do Ceará para aprovação, ainda este ano, do projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados que altera a legislação referente a Zonas de Processamento de Exportação. Atualmente, as ZPEs do País só podem vender 20% do que produzem para o mercado interno, sendo 80% dos produtos destinados para exportação. Porém, o projeto de lei prevê mudar essa composição. Caso aprovado, haverá aumento das vendas no mercado interno, saltando de 20% para 40%. A proposta também irá permitir a atuação de empresas prestadoras de serviço nas ZPEs. Atualmente apenas indústrias podem se instalar nas ZPEs. No setor de telemarketing, por exemplo, há muitas empresas que contratam serviços em outros países.

Impostos

Além de desoneração de mais de dez impostos, as ZPEs gozam de simplificação burocrática e de liberdade cambial. Elas não precisam converter em real o resultado das suas exportações, ficando assim menos vulneráveis às variações do dólar.

CSP

A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) está comemorando a conquista da recomendação à certificação NBR ISO 14001:2015. Pela norma, a empresa possui uma gestão ambiental adequada aos parâmetros internacionais. Entre os principais processos auditados para certificação estão execução de controles ambientais, definição de políticas e objetivos claros e análise de risco.

Mais crédito

O Banco do Nordeste elevou em 14,7% as aplicações de crédito com micro e pequenas empresas de janeiro a setembro, em comparação ao mesmo período de 2016. O volume de financiamentos foi superior a R$ 1,6 bilhão neste ano.  A quantidade de operações das empresas atendidas também cresceu quase 9%, passando de 18.131, de janeiro a setembro de 2016, para 19.751 operações, no mesmo período em 2017.

Cesta básica I

A cesta básica do Nordeste apresentou a maior redução de preços do País em setembro (-4,2%). A região fechou o mês com a cesta mais barata, custando R$ 339,66, contra os R$ 384,82 do valor da cesta no Brasil, que sofre impacto principalmente pela cesta do Sudeste (R$ 416,43), a mais cara do país. Contribuíram para o resultado regional os preços do tomate (-17,3%), feijão (-12,8%) e arroz, farinha e batata (-3,3%).

Cesta básica II

Todas as capitais nordestinas apresentaram redução no preço de suas cestas básicas em setembro. As maiores quedas ocorreram em Maceió (-5,2%), Fortaleza (-4,9%) e João Pessoa (-4,6%). As demais capitais também tiveram quedas significativas no custo do conjunto de alimentos essenciais no último mês: Salvador (-4,1%), São Luís (-4,0%), Natal (-3,6%), Recife (-3,5%) e Aracaju (-2,7%).

Cesta Básica III

Apesar da queda no mês, Fortaleza permanece com a cesta básica mais cara no Nordeste (R$ 370,46), 9,1% maior que a média nordestina e 16,3% acima de Salvador (R$ 318,52), a mais barata da região. O preço elevado dos alimentos básicos na capital cearense reflete a alta dos preços de produtos cotados em 2017, com destaque para a banana (+18%) e o leite (+6,8%).