Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

O Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) lançou, em Tauá, o “Projeto Viva Bem no Sertão” que tem como objetivo implantar uma linha de cuidado para atenção integral ao Diabetes Mellitus e à hipertensão arterial. O projeto teve adesão dos quatro municípios da chamada Região de Saúde – Aiuaba, Arneiroz, Parambu e Tauá.

Após o seminário de lançamento –  iniciativa da parceria entre Secretaria da Saúde do Ceará, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e Fundação Mundial de Diabetes (WDF – World Diabetes Foundation)-, foi realizada a Oficina 1 do projeto, que prosseguirá até o dia 13 de julho, ministrada pelos especialistas do Centro Integrado de Diabetes e Hipertensão (CIDH). As oficinas são destinadas a profissionais das equipes de Saúde da Família dos municípios e da atenção especializada da Região de Saúde, que trabalham na assistência, promoção da saúde e prevenção do diabetes e da hipertensão.

Para ressaltar a relevância da iniciativa, a endocrinologista e diretora do Centro Integrado de Diabetes e Hipertensão (CIDH), do Governo do Ceará, Adriana Forti, observou que o Brasil registrou aumento de 61,8% no número de pacientes diabéticos em dez anos, entre 2006 e 2016, e aumento de 14,2% na prevalência de hipertensos. Segundo ela, a base dessas patologias é a obesidade, que também aumentou em 60%. Ainda segundo a médica, 2016 o Brasil realizou gastos de 21,8 bilhões de dólares exclusivamente com diabetes.

O secretário-executivo do CONASS, Jurandi Frutuoso, avalia a importância do como uma nova maneira de tratar problemas crônicos (como diabetes e hipertensão), ao buscar promover o cuidado integral das pessoas acometidas pelas doenças. Roberto Del Aguilla, representante da OPAS, destacou o pioneirismo do estado ao desenvolver projetos como este.

O Projeto Viva Bem no Sertão promoverá ações através da instituição de uma linha de cuidado, promoção de processos de educação permanente, estratificação de risco, rastreamento e do fomento de iniciativas públicas intersetoriais de promoção e prevenção de doenças crônicas não-degenerativas. Com dois anos de duração, o projeto prevê, entre outras ações, a realização de oito oficinas nas regiões de Saúde.

Com informações Governo do Estado do Ceará