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Os segurados do INSS vão continuar enfrentando novos contratempos na tentativa de receber uma resposta mais rápida aos pedidos de benefícios previdenciários.  O Tribunal de Contas da União (TCU) deverá barrar a contratação exclusiva de militares da reserva para trabalhar na força-tarefa que o governo pretende montar para reduzir a fila de espera de 1,3 milhão de pedidos de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O TCU antecipou que o governo terá que elaborar uma solução ampla para o recrutamento de pessoal, abrindo a possibilidade de contratação também para civis. A medida, segundo reportagem do Jornal o Estado de São Paulo, edição desta quinta-feira, está sendo discutida no TCU depois que o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas ingressou com pedido de medida cautelar para suspender a contratação de até 7 mil militares da reserva para reforçar o quadro de pessoal do INSS.

Segundo, ainda, a reportagem, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, esteve nessa quarta, 22, no TCU discutindo mudanças na medida. Em todo o Brasil, são mais de 1 milhão e 500 mil pedidos de benefícios em análise. Somente no Ceará, são mais de 100 mil segurados que há mais de cinco meses aguardando uma resposta sobre os pedidos e auxílios, pensões e aposentadorias.

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