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Com previsão de conclusão para maio deste ano, as obras do Projeto de Integração do São Francisco (Pisf) estão paradas há um mês devido à greve dos funcionários do consórcio Ferreira Guedes, empresa responsável por uma das metas da transposição. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial através o piso salarial estadual e abono total das faltas durante o período grevista. Caso o prazo não seja cumprido, esta será a sexta vez que a previsão de entrega da tranposição é adiada.

A paralisação dos funcionários vai atrasar a obra mais uma vez. O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, havia garantido em fevereiro a conclusão do Eixo Norte, que vai trazer as águas do São Francisco para o Ceará pelo município de Jati, na região do Cariri.

Ainda nesta semana, houve uma assembleia, mas sem acordo. A empresa propôs reajuste retroativo a partir do mês de janeiro e abono de 50% das faltas, mas os funcionários não aceitaram a proposta. Está prevista outra assembleia para a próxima segunda-feira (22). Cerca de dois mil operários trabalham no Consórcio, mas apenas metade dos funcionários estão indo ao canteiro de obras somente bater ponto, sem executarem nenhuma atividade.

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