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Cerca de 160 mil fortalezenses que utilizam o serviço das topiques (vans) diariamente estão sendo prejudicados com a greve dos trabalhadores do serviço de transporte alternativo. A categoria entrou neste sábado no sexto dia de greve. O Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Complementar do Estado do Ceará (Sintraafor) afirma que está sendo respeitada uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho, pois 50% da frota está rodando nos horários considerados de pico e 30% em horários de menor demanda.

O presidente do Sintraafor, Waldênio Aguiar afirma que até sexta-feira, o sindicato e a classe patronal, não chegaram a um acordo, mas o Sintraafor foi notificada nesta sexta a participar na próxima quarta-feira de uma mediação com empresários para debater as reivindicações dos trabalhadores.

Ele afirma que as principais reivindicações são: carteiras de trabalho assinadas e passe livre; fim do pagamento em diárias; pagamento de todos os retroativos e cestas básicas. Ele assevera que a categoria está proibida de ficar próximo as garagens das vans. Uma liminar da Procuradoria Regional do Trabalho pediu para que membros do sindicato ficassem 500 metros distantes das sedes das garagens.

O Sintraafor afirmou que existem 16 linhas em Fortaleza. Participam da paralisação do transporte alternativo desde o dia 30 de outubro, os motoristas, cobradores, fiscais e trabalhadores do administrativo da Cootraps.