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Reivindicando o aumento salarial, policiais militares e bombeiros do Estado fizeram um protesto na Assembleia Legislativa do Ceará, em Fortaleza, nesta quinta-feira (05). Em resposta, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informa que duas comissões, uma para policiais e bombeiros militares e outra para policiais civis e peritos, finalizam uma proposta de reestruturação salarial.

A política de valorização dos servidores da área de Segurança alcançou, de 2015 a 2018, um investimento de R$ 599,6 milhões, segundo a Secretaria.

O deputado estadual Soldado Noélio (PROS), representante da categoria na Casa, afirmou que foram realizadas reuniões com o Governo do Estado que, segundo ele, não tiveram efeito. O deputado federal Capitão Wagner (PROS) e o vereador Sargento Reginauro (sem partido) também estavam presentes.

Os profissionais pedem aumento para R$ 4.700 no caso do soldado, que ganha em torno de R$ 3.250, com consequente reflexo na tabela de salários da categoria.

Veja nota do Governo do Estado na íntegra:

“A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social informa que duas comissões – uma voltada para policiais e bombeiros militares e outra para policiais civis e peritos – estão finalizando os trabalhos para apresentar proposta de reestruturação salarial. Os trabalhos, presididos pela SSPDS, contam com membros da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) e da Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp). Projeções relacionadas a economia estadual e nacional estão sendo levadas em conta na confecção do trabalho. Essa é a segunda reestruturação que está sendo realizada pelo Governo Camilo Santana.

A política de valorização dos servidores do Sistema de Segurança já alcançou, de 2015 a 2018, um investimento de R$ 599,6 milhões. Em seu primeiro governo, o governador implantou a média do Nordeste, que gerou um impacto de R$ 389,6 milhões, em 2017 e 2018. Foi criada ainda a Lei de Promoções, que garantiu, de 2015 até dezembro de 2018, a mais de 15 mil militares progressão em suas carreiras, totalizando um investimento de R$ 98,6 milhões. A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) e a Perícia Forense do Ceará (Pefoce) passaram por reestruturação e descompressão. A reestruturação e a média do Nordeste para policiais civis, de 2016 a 2018, significaram um aporte de R$ 49,5 milhões e R$ 49,9 milhões, respectivamente. No caso dos profissionais da Pefoce, foram cerca de R$ 12 milhões.

Além disso, nos últimos cinco anos, cerca de 10 mil novos profissionais foram contratados por meio de novos concursos públicos, que resultaram em um investimento de R$ 478 milhões. A atenção e o compromisso voltados para os profissionais de segurança se estendem à aquisição de equipamentos novos e modernos, como armamento e viaturas. Foi concedido ainda aumento dos valores pagos por hora extra trabalhada para todas as vinculadas da SSPDS. Também foi criado o Conselho de Defesa do Policial no Exercício da Função (CDPEF), que conta com mais de 50 advogados que defendem gratuitamente os servidores.”

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