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Uma carga pirata totalizando nove toneladas, entre displays, telas on-touch e películas de vidro de celulares, além de calçados esportivos, quebrou o recorde de apreensões de materiais falsificados na Inspetoria da Receita Federal do Aeroporto Internacional de Fortaleza, e da 3ª Região Fiscal, que também abrange os estados do Maranhão e Piauí. Os produtos procedem de Hong Kong, na China, e têm valor estimado em mais de R$13 milhões, segundo a Receita Federal.

Outros 626 quilos de smartphones, computadores, lentes e câmeras fotográficas e aparelhos médicos oftalmológicos vieram de Miami, nos Estados Unidos, e foram registrados sob falsa declaração de conteúdo, além de declaração a menor das quantidades efetivamente importadas. Esta carga foi avaliada em mais de R$ 1 milhão.

As apreensões foram realizadas em maio, mas só foram divulgadas nesta semana porque aguardavam os laudos dos fabricantes e detentores da propriedade industrial das marcas e o resultado de uma ação judicial. A Justiça cearense emitiu duas sentenças que negam o direito do importador em recuperar as mercadorias. A Justiça Federal também emitiu ordem que impede a liberação dos produtos.

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