Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

O volume de compras de produtos na internet disparou durante a pandemia em todo o país, mas veio acompanhado de uma enxurrada de reclamações sobre problemas de entrega de produtos e cumprimento de prazos. Com o isolamento social, comprar pela internet virou rotina para milhares cearenses, mas as queixas relacionadas a “não entrega ou demora para envio” mais do que dobraram de janeiro a junho de 2020, na comparação com mesmo período do ano passado.

Segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, o número de reclamações passou de 21.499 para 44.212, no primeiro semestre do ano — uma alta de 105%.

Além disso, outro fenômeno que registrou expansão durante a quarentena foi o aparecimento de sites falsos ou fantasmas, que oferecem produtos e depois simplesmente somem com o dinheiro dos consumidores. De acordo com especialistas, há situações que são verdadeiros casos de polícia, mas às vezes a própria localização do responsável é difícil, porque os criminosos usam nomes falsos para aplicar golpes.

São grupos de estelionatários que criam perfis e sites falsos de vendas de produtos depois que fazem um determinado número de transações, desaparecem. Tempos depois, eles criam novos portais com outros nomes para enganar consumidores.

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp