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A Reforma previdenciária saiu, pela primeira vez, em quatro meses, do principal foco do noticiário e deu lugar a outra preocupação para os brasileiros, para os cearenses: a crise nas universidades federais que foi provocada  pela decisão do Ministério da Educação em cortar – ou contingenciar, recursos do Orçamento de 2019. Somente, para instituições de ensino superior do Ceará, o orçamento está mais magro em 106 milhões de reais.

O buraco nas finanças da União é real, mas o golpe orçamentário em áreas consideradas estratégicas, essenciais, importantes – como a educação, gerou a maior onda de protestos contra o atual governo.
O Ceará não sofre apenas com os desencontros na área do ensino público superior, mas sente, também, os efeitos do corte de recursos em projetos de extrema importância para a população.

Um desses projetos é o Cinturão das Águas – um conjunto de 150 quilômetros de canais para receber e distribuir as águas da transposição do Rio São Francisco para todas as regiões do Interior do Estado e, também, para a Grande Fortaleza.

As obras do Cinturão das Águas ainda não pararam, mas estão em ritmo lento, a exemplo do que acontece, também, com o último trecho de obras da transposição, que liga a cidade de Cabrobó, em Pernambuco, à Jati, no Ceará.

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