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Caso o sistema “Distritão” já estivesse em vigor nas eleições municipais de 2016, um total de 12 dos atuais vereadores de Fortaleza que conquistaram suas vagas pelo sistema proporcional não teriam sido eleitos. O PDT seria o maior beneficiado. No sistema proporcional conseguiu 11 vagas, mas se a eleição fosse pelo novo sistema, ganharia outras cinco, totalizando 16 cadeiras.

Já alguns vereadores que não conseguiram se reeleger estariam com suas vagas garantidas, são eles: Carlos Mesquita (PROS), Gelson Ferraz (PRB), Carlos Dutra (PDT), Joaquim Rocha (PDT), Marcus Teixeira (PDT), Mário Hélio (PDT) e Fábio Braga (PTN). Outro beneficiado seria o PSOL, que teria Ailton Lopes como vereador. Apesar de ter sido o quinto mais votado, seu partido não conseguiu o consciente eleitoral para elegê-lo. Pelo “Distritão” os eleitos são os que obtêm maior número de votos.

Não seriam eleitos os seguintes: Priscila Costa (PRTB); Portinho (PRTB),  Ésio Feitosa (PPL), Casimiro Neto (PMDB), Michel Lins (PPS), Gardel Rolim (PPL), Raimundo Filho (PRTB), Marília do Posto (PRP), Larissa Gaspar (PPL), Idalmir Feitosa (PR) Márcio Martins (PR) e Dummar Ribeiro (PPS). Já os eleitos seriam: Ailton Lopes (PSOL), Gelson Ferraz (PRB), Dr. Eron Moreira (PP), Carlos Mesquita  (PROS), Carlos Dutra    (PDT), Joaquim Rocha (PDT), Marcus Teixeira (PDT), Roberto Rios (PDT), Mario Hélio, (PDT), Valéria Moreira (PTC), Caio Carneiro (PP) e Fabio Braga (PTN).

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