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Um total de 5.149 intervenções eletivas serão suspensas no Ceará até o próximo dia 20 de abril, quando completa um mês da Portaria. A medida tem o objetivo de evitar o acúmulo de pacientes em leitos hospitalares junto aos diagnosticados por Covid-19.

O documento publicado no Diário Oficial do Estado determina a suspensão de cirurgias eletivas plásticas, bariátricas, tireoidectomias não neoplásicas, fundoplicatura gástrica, reconstrução de trânsito, hemorroidectomias, ortopédicas, hiperplasia benigna da próstata, cálculos renais não obstrutivos e sem comprometimento da função renal, adenoamigdalectomia, septoplastia, herniorrafia inguinal ou incisional e colelitíasa e assintomática.

Esses procedimentos não têm caráter de urgência e emergência, conforme a Secretaria Estadual da Saúde. Dessa forma, toda a rede pública foi orientada a adiar cirurgias, a exemplo do Hospital Geral de Fortaleza, Hospital Infantil Albert Sabin, Hospital de Messejana e Hospital Dr. César Cals, que têm a maior concentração de demandas. Segundo a Portaria, apenas cirurgias oncológicas ou aquelas que o adiamento possa resultar em risco de agravamento do quadro clínico do paciente poderão ser realizadas.

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