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CFM lança campanha para orientar médicos sobre agressões no ambiente de trabalho

O Conselho Federal de Medicina (CFM) lança nesta quinta-feira (11), uma campanha institucional para orientar os médicos sobre o que pode ser feito em caso de agressões no ambiente de trabalho. Diante de relatos de violência contra esses profissionais, o CFM enviou ofícios aos ministros Sergio Moro (Justiça) e Luís Henrique Mandetta (Saúde), cobrando ampliação da proteção desses profissionais.

Segundo o conselho, a má alocação de recursos contribui para o crescimento do número de agressões e abusos. Entre os pedidos estão o reforço de policiamento nas unidades de saúde e a consolidação, por parte do Ministério da Justiça, de um relatório que possa reunir informações sobre os casos. O documento, argumenta o conselho auxiliaria na elaboração de estratégias mais efetivas de combate aos ataques.

A falta de leitos, medicamentos, insumos e equipamentos é um dos pontos destacados como algo que provoca indignação nos pacientes. Por conta disso, eles acabam se voltando contra os médicos. O conselho pondera, ainda, que os profissionais são responsabilizados até mesmo por reformulações no Sistema de Saúde que desagradam os usuários dos serviços.

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CFM regulamenta telemedicina para viabilizar atendimentos no Interior

De acordo com a Resolução nº 2.227/18, do Conselho Federal de Medicina (CFM), Médicos brasileiros poderão realizar consultas online, telecirurgias e telediagnósticos, entre outras formas de atendimento à distância.

O texto estabelece a telemedicina como exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde, podendo ser realizada em tempo real ou off-line.

Por meio de nota, o conselho avaliou que as possibilidades que se abrem com a mudança normativa são “substanciais”, mas precisam ser utilizadas por médicos, pacientes e gestores “com obediência plena” às recomendações.

No âmbito da saúde pública, o órgão considera a inovação “revolucionária” ao permitir a construção de linhas de cuidado remoto, por meio de plataformas digitais.

Para o Conselho Federal de Medicina, além de levar saúde de qualidade a cidades do interior do Brasil, que nem sempre conseguem atrair médicos, a telemedicina também beneficia grandes centros, pois reduz o estrangulamento no sistema convencional causado pela grande demanda, ocasionada pela migração de pacientes em busca de tratamento.

A resolução deve ser publicada esta semana no Diário Oficial da União.