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Projeto Viva o Parque terá programação especial em comemoração ao Dia das Crianças

O projeto Viva o Parque realiza mais uma edição, neste domingo (13), com uma programação que acontece em quatro unidades de conservação (UCs) estaduais: na Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Sítio Curió, na Área de Proteção Ambiental (APA) do Estuário do Rio Ceará-Maranguapinho, nos Parques estaduais, Botânico – em Caucaia – e Cocó.

Além da massoterapia, tai chi chuã, yôga, biodança, zumba, aeróbica, dança de salão, slackline, trilhas e oficinas, o projeto vai festejar o Dia das Crianças, comemorado nesse sábado (12), com uma série de atividades e atrações gratuitas para a criançada e toda a família. Os educadores ambientais da unidade de conservação (UC) programaram oficinas, práticas esportivas e atividades nos parquinhos, para receber as crianças.

No Cocó, os visitantes podem fazer um passeio de barco pelo rio que corta a unidade de conservação (UC). Funciona normalmente de terça a domingo (às quartas os passeios são destinados às escolas públicas gratuitamente) e os horários variam de acordo com a tábua de marés.

O projeto Viva o Parque funciona há dois anos e meio nesta UC e conta também com o arvorismo para quem curte práticas esportivas mais radicais. São dez estações de eco aventura e funcionam aos sábados também (de 8h às 17h).

Na APA do Estuário Rio Ceará – Rio Maranguapinho não vai ser diferente. A programação especial para os baixinhos acontece junto às atividades que já acontecem todos os domingos. Além das tradicionais brincadeiras valendo brinquedos, haverá distribuição de pipoca, algodão-doce e distribuição de lanche com biscoito, fruta e um chocolate ou suco.

No Parque Botânico, em Caucaia, além da escalada fixa, o pula-pula, as atividades de pinturas de rostos e muitas brincadeiras, a criançada poderá participar da Tenda Literária. As crianças podem se divertir no tradicional pedalinho do lago e o parquinho infantil. No local, há também trilhas guiadas, orquidário, meliponário e o Museu do Meio Ambiente.

No Sítio Curió, na Lagoa Redonda, em Fortaleza, o Viva o Parque manterá a programação normal, sem alterações. O projeto Viva o Parque, coordenado pela SEMA, é uma alternativa, desenvolvida pelo Governo do Estado, para oferecer à população cearense a oportunidade de reaproximar-se da natureza por meio de atividades de educação ambiental, práticas esportivas, lazer e recreação, em áreas verdes públicas.

Serviço:

Projeto Viva o Parque – no Parque Estadual do Cocó

Data: Todos os domingos
Horário: de 7h às 12h

Projeto Viva o Parque – no Parque Estadual Botânico

Data: Todos os domingos
Horário: de 9h às 12h

Projeto Viva o Parque na APA do Estuário do Rio Ceará-Maranguapinho (Endereço: Cruzamento das ruas Beira Rio e Monte Pascoal, próximo EEEP Darcy Ribeiro, Fortaleza-CE)
Data: Todos os domingos
Horário: de 8h às 12h

Projeto Viva o Parque na Arie do Sítio Curió (Endereço: Av. Prof. José Arthur de Carvalho, s/n, em frente a Naturágua, na Lagoa Redonda, Fortaleza-CE)

Data: Todos os domingos
Horário: de 8h às 12h

 

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Brasil

26% das adolescentes brasileiras casam-se antes dos 18 anos, aponta Unicef

Um relatório produzido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revelou que 26% das adolescentes brasileiras se casaram ou foram morar com seus parceiros antes de completar 18 anos de idade. O número é próximo da média na América Latina, de 25% de casamentos infantis e uniões precoces. O relatório Perfil do Casamento Infantil e Uniões Precoces foi publicado nesta semana.

A média da região é a mesma nos últimos 25 anos. E caso ela se mantenha, a América Latina terá, em 2030, a segunda maior taxa de casamentos infantis do mundo, atrás apenas da África Subsaariana, região composta por países como Ruanda, Burundi, República Centro-Africana e República Democrática do Congo.

O relatório alerta que a prática compromete o desenvolvimento dessas jovens nos anos seguintes. Segundo o estudo, essas jovens têm maior probabilidade de viver em áreas pobres, rurais e com menos acesso à educação. O documento mostra a relação entre a união precoce e a gravidez na adolescência. Mais de 80% delas deram à luz antes do aniversário de 20 anos.

Para a Organização das Nações Unidas (ONU), é necessária criação de programas para apoiar a autonomia dessas adolescentes, além da formulação de políticas que impeçam o casamento infantil e as uniões precoces.

*(Com informações da Agência Brasil)

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Saúde

Ministério da Saúde inicia mais uma fase da pesquisa sobre saúde alimentar das crianças

Começa nesta segunda-feira (7) a penúltima etapa de um levantamento inédito do Ministério da Saúde para saber como está a situação de saúde e nutrição das crianças de até 5 anos de idade. Serão medidos  o peso, a altura e será realizada a coleta de sangue para mapear a situação de saúde desses brasileiros em todo o país.

Na etapa que se inicia hoje, serão visitadas 2.170 residências nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Pará e Amapá, que integram o sexto ciclo do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani).

Desde março, 11.300 casas em 17 estados já receberam a visita dos pesquisadores. Até o fim do ano, todas as unidades da Federação serão alcançadas pelo estudo. Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe finalizam a pesquisa com a última fase a partir de novembro. No total, serão estudados 15 mil domicílios em 123 municípios de todo o país.

Segundo o Ministério da Saúde, para confirmar a identidade do pesquisador, que estará com camisas e crachá com o logotipo do ministério, a pessoa pode ligar na hora da visita para o telefone 0800 808 0990.

Assim que chega ao local, o entrevistador explica os procedimentos e entrega um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, com detalhes da pesquisa e orientações de como entrar em contato com a coordenação para tirar dúvidas.

*(Com informações da Agência Brasil)

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Cotidiano

Ministério quer triplicar atendimentos do Criança Feliz

O Ministério da Cidadania planeja quase triplicar, até o fim de 2020, o número de atendimentos que o programa Criança Feliz oferece a mulheres grávidas e a crianças de até seis anos de idade. Segundo o ministro Osmar Terra, a meta da pasta é ampliar a quantidade de municípios inscritos no programa e elevar o número de 703.860 atendimentos registrados em julho deste ano para 2 milhões até o fim do próximo ano.

“Já passamos das 700 mil crianças e gestantes acompanhadas em suas casas. E vamos chegar a um milhão de acompanhamentos semanais, em casa, até o fim deste ano [2019]. Para o ano que vem, nossa meta é [atingir] 2 milhões”, declarou Terra ao participar, em Brasília, do 3º Encontro de Coordenadores Estaduais e Multiplicadores do Programa Criança Feliz – Primeira Infância no Sistema Único de Assistência Social.

Segundo a Agência Brasil,durante o evento que reuniu gestores brasileiros e especialistas internacionais para discutir os efeitos da negligência, do afastamento familiar e da vivência em orfanatos e instituições similares em crianças entre zero e seis anos de idade, o ministro disse que o Criança Feliz já é considerado o maior programa de visitação domiciliar para a promoção do desenvolvimento infantil existente em todo o mundo.

Criado em outubro de 2016, no governo de Michel Temer, e alterado em novembro de 2018, o programa integra as áreas da Saúde, Assistência Social, Educação, Justiça, Cultura e Direitos Humanos. Entre os objetivos do Criança Feliz estão apoiar as gestantes e as famílias nos cuidados perinatais; acompanhar o desenvolvimento infantil integral na primeira infância; mediar o acesso da gestante, das crianças na primeira infância e das suas famílias às políticas e serviços públicos de que necessitem e ampliar e fortalecer políticas públicas voltadas para estes públicos.

De acordo com Terra, a meta do governo federal para o programa é ainda mais ambiciosa. “Para o terceiro ano de governo, nós queremos atingir nossa meta final, que é termos todas as crianças inscritas no programa Bolsa Família, de zero a três anos, todas as crianças do Benefício de Prestação Continuada [BPC] até os seis anos de idade e todas as crianças vítimas do Zika vírus que ficaram com microcefalia. Que todas estas crianças estejam sendo atendidas em casa [até o fim de 2021]”, comentou o ministro, garantindo já ter discutido a proposta com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Claro que pode haver algumas exceções, até por dificuldades logísticas, mas vamos tentar chegar a todas. Para isto, precisamos muito da participação dos estados e municípios. É através deles que chegamos à ponta”, destacou Terra, explicando que, até julho, 2.624 dos 5.570 municípios brasileiros já tinham aderido ao programa. Incluindo os mais populosos.

Amparo infantil

Ao falar sobre a importância das crianças receberem os devidos cuidados durante os seis primeiros anos de vida Terra revelou outra meta do governo federal: zerar o número de crianças acolhidas em instituições por terem tido seus direitos violados.

“Nossa meta é chegar no final de 2021 sem nenhuma criança de zero a seis anos institucionalizada no país”, disse o ministro, classificando a proposta como “um desafio enorme”. “Por isto queremos discutir as famílias ampliadas, as famílias acolhedoras, a adoção. Para que todas estas crianças possam ter famílias para acolhê-las, para adotá-las. Este é nosso desafio”, acrescentou Terra.

De acordo com a secretária Nacional de Assistência Social, Mariana Neris, há, no Brasil, cerca de 8.2 mil crianças entre zero e seis anos que, por proteção, estão em instituições como os abrigos. Para especialistas, esta “institucionalização” pode comprometer o desenvolvimento socioafetivo na primeira infância, quando as crianças vivenciam experiências fundamentais para o futuro desenvolvimento de habilidades sociais e competências cognitivas e afetivas.

“Estamos empenhados em trabalhar a substituição deste modelo de acolhimento institicional por acolhimento familiares ou pela guarda na família extensa”, disse a secretária, referindo-se ao conceito introduzido na legislação brasileria pela Lei nº 12.010, de 2009, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente ao estabelecer que a família extensa ou ampliada é aquela que se estende para além da unidade formada por pais e filhos, sendo constituída por parentes próximos com os quais as criança ou o adolescente convivam ou mantenham vínculos de afinidade e afetividade.

“Estamos trabalhando com o Conselho Nacional de Justiça para nos ajudar a caminhar por esta trilha e também para evitar que, no futuro, outras crianças permaneçam institucionalizadas. Este é o nosso foco de transformação”, acrescentou Mariana.

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Política Estadual

Comissão da Assembleia realiza visitas a entidades de acolhimento de crianças e adolescentes a partir de amanhã

A Comissão da Infância e Adolescência da Assembleia Legislativa, presidida pela deputada Érika Amorim (PSD), começa nesta terça-feira (18) uma série de visitas a entidades de acolhimento institucional de crianças e adolescentes, em Fortaleza e na Região Metropolitana.

Segundo a deputada, a comissão tem o papel de dar suporte a todas as instituições e órgãos que prestam assistência as crianças e adolescentes.

Vamos a duas entidades em Fortaleza. Com a agenda desta terça, fecharemos o semestre com oito instituições visitadas pela comissão. Nosso intuito é ajudar essas casas, avaliando as principais necessidades e propondo melhorias, assinala.

Cerca de 14 entidades estão agendas para receber a visitação durante este ano, segundo a parlamentar. As visitas acontecem nas terças-feiras, a partir das 8h30, a cada 15 dias. Ao todo, seis entidades de acolhimento já receberam a Comissão da Infância.

A deputada Érika Amorim defende que integralizar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) com o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) já é um importante passo que deve ser analisado para melhorar a assistência às crianças e adolescentes. Além disso, a parlamentar busca inserir a comissão na promoção de oficinas de capacitação de profissionais que lidam com a realidade desses abrigos.

É importante também estimular a sociedade e fazê-la ter conhecimento dos programas de apadrinhamento, além de reforçar o debate sobre a celeridade de casos que compreendem a adoção, destaca.

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Cidade

Assembleia debate enfrentamento de situação de rua de crianças em palestra realizada amanhã

A Comissão da Infância e Adolescência da Assembleia Legislativa realiza nesta terça-feira (28), uma palestra sobre crianças e adolescentes em situação de rua, com o filósofo Manoel Torquato, que coordena a campanha nacional “Criança não é de rua: uma rede de enfrentamento à situação de rua de crianças e adolescentes do Brasil”. A palestra está prevista para ás 8h30, no Complexo de Comissões.

São mais de 600 parceiros em 42 grandes centros urbanos do país e 240 parceiros em outros 09 países da América Latina, destaca Manoel Torquato.

A presidente da Comissão, deputada Érika Amorim (PSD), explica que a campanha, existente desde 2005, forma uma rede nacional de organizações que lutam pelos direitos de crianças e adolescentes em situação de rua.

Para a deputada, é de extrema importância apoiar, articular e implantar ações de enfrentamento à situação de rua de crianças e suas famílias.

Em âmbito nacional e em todas as dimensões é necessário lutar pelo direitos das crianças e adolescentes, assinala.