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Após reunião com Maia, presidente do Senado diz não ver riscos à reforma da Previdência

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse não ver riscos de prejuízo para a análise da reforma da Previdência proposta pelo governo. A declaração foi feita após almoço com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, nessa segunda-feira (25). Os ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e outros integrantes do DEM também estiveram no encontro.

“O presidente Rodrigo Maia garantiu o apoio institucional do Poder Legislativo, da Câmara dos Deputados, às reformas que são importantes para o Brasil. E o governo, naturalmente, deverá fazer a sua tarefa de casa de construir a maioria na Câmara, construir sua base no Senado para aprovar essas reformas”, afirmou Alcolumbre.

Segundo o presidente do Senado, o almoço já estava marcado e não tem relação com os desentendimentos públicos entre Maia e integrantes do governo ocorridos na última semana.

Embora tenha visto “exagero dos dois lados”, o embate na política, segundo ele, é natural e faz parte das relações, embora o momento já tenha passado. “Isso aí já é uma matéria superada. A gente está aqui no Senado dando tranquilidade“, finalizou.

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Semana é decisiva para reforma da Previdência voltar aos trilhos

Esta semana trará uma série de testes para a articulação política do presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional. Nesta terça-feira (26), o ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de audiência com deputados e senadores – e há risco de boicote por parte dos parlamentares. O governo também tentará escolher o relator da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Por fim, deputados ameaçam revogar a medida anunciada por Bolsonaro nos EUA de acabar com a exigência de vistos para turistas americanos, japoneses, canadenses e australianos. Tudo isso ocorrerá em meio à piora da relação do governo com os deputados, especialmente com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Aliados entendem que a reforma “é impopular” e que o Congresso não está disposto a ficar sozinho na defesa do projeto. Na tentativa de apaziguar os ânimos, o ministro Paulo Guedes participará de audiências na Câmara e no Senado, para explicar, entre outras questões, a razão do tratamento diferenciado entre militares e demais carreiras.

Após essa atitude de boa vontade os deputados afirmam que estão dispostos a escolher o relator da proposta.

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Maia reafirma apoio para aprovação da reforma da Previdência

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, reafirmou neste sábado (23) que vai se empenhar na aprovação da reforma da Previdência a partir de segunda-feira (25). O presidente da Casa afirmou que irá fazer as articulações políticas necessárias para dar maior mobilidade à proposta e conversar com os integrantes do governo federal.

As articulações para aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que altera regras do sistema previdenciário no país, ficaram paralisadas ao longo da semana após impasses no Congresso Nacional envolvendo parlamentares de distintos partidos políticos.

“Na próxima semana, a gente precisa voltar a trabalhar pela reforma da previdência. Eu, dentro da Câmara, junto com os partidos, com os deputados, e o presidente da República assumindo de forma definitiva o seu papel: a articulação em torno do governo”, afirmou Rodrigo Maia.

Maia e Bolsonaro

Para o Rodrigo Maia, o presidente Jair Bolsonaro precisa atuar na construção de base parlamentar para aprovação da reforma. O texto está atualmente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJC) da Câmara e aguarda a indicação de relator para iniciar a tramitação.

Por falta de consenso entre parlamentares, o nome ainda não foi indicado, o que pode atrasar a previsão do governo de aprovar a medida ainda neste semestre.

+ Impasse e contratempos: semana chega ao fim sem avanço do Governo na reforma previdenciária

Segundo a Agência Brasil, nessa sexta o presidente da CCJ da Câmara, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), disse que vai aguardar a organização da base aliada para indicar o relator da reforma na comissão. O colegiado analisará se a reforma proposta está em conformidade com a Constituição.

Crise

Maia afirmou ainda que o impasse em torno da reforma da Previdência foi superado. Para o presidente da Câmara, o desgaste entre Legislativo e Poder Executivo se deve às pessoas “do entorno do governo” e que do seu “ponto de vista, ela nunca deveria ter sido criada.” Para Maia, a crise acabou e o momento é de seguir em frente.

“Para mim já acabou [a crise]. Falei o que eu tinha para falar. Agora quero focar naquilo que eu acredito que é fundamental: ajudar o Brasil, reorganizar o Estado brasileiro para que o Estado brasileiro deixe de servir à poucas corporações públicas e privadas e passe a servir à sociedade brasileira”, ressaltou.

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Reforma previdenciária chega antes do carnaval e Maia prevê votação em maio na Câmara Federal

O presidente Jair Bolsonaro tem alta hospitalar prevista para esta quarta-feira (12) e poderá, até a próxima sexta, anunciar as medidas a serem implantadas como critérios para os brasileiros se aposentarem. O projeto de reforma previdenciária chegará ao Congresso Nacional antes do carnaval e, logo após o período de folia, será debatida na Câmara Federal.

Com as articulações entre os aliados do Palácio do Planalto para arregimentação dos 308 votos necessários à aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), considera que, em maio, será possível a aprovação da reforma da Previdência Social.

Rodrigo Maia que, na semana passada, esteve em Fortaleza para conversar com o Governador Camilo Santana e falar sobre a reforma previdenciária que garantirá, também, benefícios para os Estados, acredita que, na segunda quinzena de maio, a reforma poderá ser votada em plenário.

 Os aliados do Palácio do Planalto tentam, ao mesmo tempo, unir a base de apoio para levar o projeto ao Plenário da Câmara Federal antes do final de maio. O líder do governo na Câmara, Vitor Hugo (PSL-GO), enfrenta contratempos. O possível boicote a Hugo surge entre alguns integrantes da base de apoio ao Palácio do Planalto.