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A pouco menos de um ano para encerrar o seu segundo mandato no Senado e decidido a não mais concorrer à reeleição, o tucano Tasso Jereissati faz uma aposta na candidatura presidencial do ex-governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), como o nome que pode dar equilíbrio e acabar com o extremismo na política brasileira – marcado, hoje, pela candidatura à reeleição de Jair Bolsonaro e pela pré-candidatura do petista Luiz Inácio Lula da Silva.

A luta para fortalecer o ex-governador gaúcho começou no primeiro semestre de 2021: Tasso retirou o nome às prévias do PSDB e decidiu apostar na juventude e experiência administrativa de Eduardo Leite contra o então Governador de São Paulo, João Dória. Dória ganhou a eleição interna, ficou, oficialmente, como o nome do PSDB à Presidência da República, mas não conseguiu apoio popular que o garantisse atrativo para os tucanos e outras forças partidárias apoiá-lo.

Sem diálogo com boa parte das lideranças do PSDB e sem avançar nas pesquisas, João Dória se isolou e, no último domingo, destituiu o presidente nacional do partido, Bruno Araújo, da função de coordenador de sua campanha. O gesto o deixou ainda mais isolado no ninho tucano. Dória mantém agenda de viagens aos estados como estratégia para ganhar visibilidade e chegar ao dia 18 de maio com fôlego para se apresentar aos dirigentes do PSDB, MDB, Cidadania e União Brasil como o nome capaz de construir a terceira via.

LEITE NO CEARÁ

Mesmo sem estar na condição de pré-candidato, Eduardo Leite decidiu viajar pelo País e apresentar ideais e propostas para cumprir a missão de mostrar o que pensa sobre o passado, o presente e o futuro político do País. E, na estratégia de viagens, desembarca, nessa quarta-feira, em Fortaleza, para uma palestra, às 18 horas, na Assembleia Legislativa. A convite de Tasso, Leite irá falar a tucanos e lideranças empresariais que querem conhecê-lo.

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