A orientação sobre a prática do sexo seguro, que é intensificada nesse período do carnaval, representa um alerta para serem evitadas dores de cabeça, doença e gravidez indesejada.
Mais grave ainda é a retirada da camisetinha, sem consentimento, na hora do sexo.
Um caso, nessa situação, chama a atenção: um caminhoneiro, que disse ser portador do HIV, recebeu, na semana passada, uma condenação de 14 anos de prisão por retirar a camisinha, sem o aval da companheira, na hora so sexo.
CASO
O caso que envolve o caminhoneiro aconteceu no Reino Unido: Laurence Rafter, de 43 anos, que se identificava como Jay Lincoln, marcou, por aplicativo, o encontro que o levaria à condenação: era julho de 2021, quando ele se encontrou com uma mulher de 32 anos.
A apuração do caso aponta que, durante a relação sexual, Laurence retirou o preservativo sem o conhecimento da parceira e, ao deixar o endereço o se se encontraram, Laurence disse à vítima que era HIV positivo, o que mais tarde foi revelado ser uma mentira.
Após as Investigações, um júri considerou o inglês culpado de estupro, de acordo com o jornal o “Metro”. A sentença estava pendente até a semana passada.
Além do estupro, a sentença se refere a outro crime: Laurence admitiu ter assediado outras duas mulheres que conhecera pelo aplicativo. Segundo as vítimas, o réu se tornou “ameaçador” após conhecê-las, dizendo que tornaria públicas imagens íntimas delas.
