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Os casos de Chikungunya se tornam cada vez mais alarmantes na capital cearense. A cidade passou das 21 mil ocorrências confirmadas da doença no mês de abril para 47.929 até 18 de agosto; além de outras 6.353 que estão sendo investigadas, os dados são do último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Segundo a pasta, a maior incidência de casos é na área da Regional V. A estratégia de combate para o segundo semestre, envolve uma operação em mais de vinte bairros considerados críticos.

Os adultos continuam sendo as maiores vítimas. Segundo o boletim, 68% dos casos atingiram pessoas entre 20 e 59 anos de idade, 5% crianças de zero a nove anos, 11,5% os adolescentes de 10 a 19 anos e 15,5% a população acima dos 60 anos. Entre os idosos, está o maior número de vítimas fatais. Dos 119 óbitos suspeitos, 83,2% (99) foram registrados em pessoas acima dos 60 anos. Entre as 56 mortes já confirmadas este ano em Fortaleza, 43 foram de pessoas acima dos 70 anos.

 No total, 71 bairros registraram incidência acima dos 1.200 casos por cada grupo de 100 mil habitantes, considerado o nível mais preocupante. 

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