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Em meio ao aumento na demanda por atendimento, principalmente de casos de síndrome gripal, a direção das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estaduais geridas pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) reforçou o quadro de equipes e otimizou processos de admissão, além das melhorias na triagem dos pacientes. A elevação nas ocorrências, principalmente nos últimos 30 dias, é observada em unidades públicas e privadas de todo o País e está atrelada ao período de sazonalidade e ao crescimento de casos de Covid-19, impulsionado pela variante Ômicron.

Para aprimorar o acesso dos cidadãos aos serviços, houve uma readequação de escalas médicas e de equipes de Enfermagem. “Adotamos o fast track, método utilizado para diminuir as filas nas emergências, buscando agilizar o atendimento, dando fluidez à fila. A aceitação foi muito boa, tanto por parte dos pacientes, como pela equipe de saúde”, explica Patrícia Santana, diretora de Cuidados e Saúde das UPAs geridas pelo ISGH. “Saímos de cerca de 250 de atendimentos por dia no mês de novembro para, em média, 344 por dia, em dezembro. Por isso, adotamos o fast track diariamente, até quatro vezes em 24h, nos horários de maior movimento”, detalha Santana.

O termo fast track é originado da língua inglesa e pode ser traduzido como “rastreamento rápido”. Por meio desta prática, a unidade de saúde pode agilizar a execução de tarefas e, de forma estratégica, administrar o fluxo de pacientes conforme recursos e profissionais disponíveis.

A estratégia, recomendada pelo Ministério da Saúde desde o início da pandemia, busca promover uma triagem mais rápida e eficiente, possibilitando a adequação da unidade às necessidades da demanda e a manutenção das medidas de prevenção indicadas pelos especialistas em saúde, além de uma assistência completa ao paciente.

“A equipe multidisciplinar das UPAs se divide entre a assistência aos pacientes em observação e os cuidados de pacientes do pronto atendimento. Mesmo com o aumento de profissionais de saúde com atestado médico, por motivos de doença, mantivemos nosso compromisso em completar as escalas profissionais. Além disso, há pacientes que também serão transferidos para outras unidades hospitalares”, pontua Santana.

(*) com informações do Governo do Ceará

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