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Poucas horas separam um paciente da morte após sentir os primeiros sintomas do Acidente Vascular Cerebral (AVC). O momento da identificação até o atendimento médico deve durar no máximo 4h30 para que se obtenha êxito no cuidado com o acometido pelo súbito patológico.

As Unidades Hospitalares do Ceará não têm conseguido cumprir este horário e isso tem colocado em risco a recuperação e o tratamento dos cearenses. O Hospital Regional do Cariri (HRC) lida com uma média de seis horas, já no Hospital Regiona do Sertão Central (HRSC) a média salta para 10 horas. O quadro também se repete na Santa Casa de Misericórdia de Sobral.

Foram contabilizados 21.770 óbitos no Ceará por AVC de 2015 a setembro de 2019, 46,67% do total de mortes causadas por doenças ligadas ao coração, segundo a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Neste cenário, a unidade do Hospital Regional do Cariri foi implantada em 2013 e atende a quase 1,6 milhão de moradores de 45 municípios da Região. Segundo o HRC, o tempo de chegada do paciente ainda não é o ideal, mas vem evoluindo: “passou de 18 horas (em 2013) para seis, em média”.

Quando identificar o parente sofrendo com acidente vascular, a pessoa mais próxima deve rapidamente buscar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo número 192. O serviço realiza imediatamente os primeiros exames e faz a ponte com o hospital, acelerando a chegada do paciente ao atendimento especializado e aumentando as chances de minimizar as sequelas.

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